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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Atleta de Araguaçu vai disputar Sulamericano de Kickboxing


Eder Pereira Estrela será o único representante do Tocantins no Campeonato Sulamericano de Kickboxing que será realizado na Venezuela nos dias 21 e 22 de agosto próximo.
A vaga para a competição foi conquistada com o título brasileiro da categoria 72 kgs, realizado em Brasília no último mês de junho.
Aos 25 anos, Eder Estrela começou a praticar o esporte há seis anos em Minas Gerais, onde conquistou vários títulos, entre eles o campeão da Copa Uberlândia, Forja do Campeões em Itumbiara, campeao mineiro de Kickboxing, entre outros.
Morador de Araguaçu, sudoeste do Tocantins, procurou outro estado pela falta de oportunidade e de espaço para o esporte no Tocantins, mas desde que conquistou o titulo brasileiro, resolveu disputar a edição da Venezuela pelo Tocantins e pela sua cidade. "Fui convidado para representar Minas Gerais, mas não tem sentido isso. Sou filho do Tocantins, de Araguaçu e não poderia representar outro estado, embora tenha conquistado vários títulos por Minas Gerais" admite o lutador.
Mas o atleta sabe que as dificuldades são imensas, a começar pelo patrocinio para a viagem até a Venezuela. Dependendo de patrocinadores, Eder Estrela, que é irmão do jogador de futebol Didi, destaque do Alvorada, Juventude, Gurupi, Palmas e outros times do norte-nordeste, está correndo contra o tempo para conseguir os R$ 3.000 necessários para custear a viagem. "Alguns empresários de Araguaçu prometeram me ajudar, mas até agora nada. Estou esperando também a resposta da prefeitura da cidade e quem sabe uma ajuda da Secretaria Estadual do Esportes para que possa representar bem o Tocantins e brigar por uma colocação boa no sulamericano", diz esperançoso.
Para superar as dificuldades dos treinamentos o campeão brasileiro de kickboxing improvisou uma academia na área de serviço da casa da mãe. Nem mesmo a improvisação desanima o atleta e o maior incentivo vem da família, especialmente da mãe, Raimunda Pereira Estrela. 'No início eu não queria que ele lutasse, achava muito perigoso, mas depois que vi que era isso mesmo que ele queria, passei a incentivar e torcer muito por ele. Estou muito orgulhosa da disposição e boa vontade do meu filho, que lutou e luta para superar as dificuldades de um esporte sem muita divulgação no Brasil e no Tocantins", declarou.

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